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| A uveítes, terceira
causa mais freqüente de cegueira nos Estados Unidos (depois
de retinopatia diabética e degeneração macular), consiste
na inflamação da parte interna do olho, afetando especificamente
uma ou mais das três partes que formam a úvea: a íris,
o corpo ciliar e a coróide. |
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Os sintomas podem incluir: |
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Sensibilidade à luz |
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Visão desfocada |
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Dor |
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Olho avermelhado |
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Moscas volantes |
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A uveítes pode aparecer repentinamente, com vermelhidão e dor, ou pode ter um início lento, com pouca dor ou vermelhidão, mas perda gradual de foco. |
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A uveítes pode ser infecciosa, resultado de vírus, fungos, parasitas ou bactérias, ou não-infecciosa, resultado de um trauma ou processo imunológico. Em muitos casos, a causa não é conhecida. |
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O olho é um órgão oco, em forma de globo e preenchido
por líquidos. Tem várias camadas. A camada externa é a
membrana dura, composta pela córnea e pela esclerótica;
a parte interna é a retina, uma camada fina, receptora
de luz; a camada do meio é a úvea. A úvea é composta
pela íris, corpo ciliar e coróide. O processo de inflamação
de qualquer parte da úvea é chamado de uveítes.
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Uveítes anterior
Essa é a forma mais comum de uveítes, correspondendo a
75% dos casos. É comumente chamada de irite, porque
a parte da úvea que normalmente está inflamada é a íris.
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Uveítes intermediária
Esse tipo de uveítes afeta a área localizada imediatamente atrás do corpo ciliar (pars plana) e também a parte mais frontal da retina. É o segundo tipo mais comum de uveítes. |
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Uveítes posterior
Esse tipo de uveítes ocorre quando a inflamação atinge a parte do fundo do olho, ou seja, a coróide. Nesses casos, muitas vezes a retina é afetada. A coróide é basicamente uma camada cheia de pequenos vasos sangüíneos, que alimenta a camada fotoreceptora da retina. Esse tipo de uveítes normalmente tem um início mais lento e pode durar mais; freqüentemente, é mais difícil de tratar e está associado à perda progressiva da visão. |
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Atualmente, os seguintes métodos são usados para tratar a uveítes: |
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Colírios, especialmente esteróides, para reduzir a inflamação e a dor. Os colírios não penetram muito bem na parte de trás do olho; portanto, esse tipo de tratamento não é eficaz em casos de uveítes posterior. |
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Injeções perioculares de esteróides. Esse tratamento é bastante desconfortável, mas pode ser muito eficaz, especialmente em episódios agudos de uveítes. O efeito não dura muito tempo (3 a 4 semanas). |
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Administração sistêmica ou oral de esteróides,
outros imunossupressores ou drogas antimetabólicas. Essas
drogas apresentam pouca penetração no olho; portanto,
a dose sistêmica necessária para tratar a uveítes muitas
vezes causa reações adversas no resto do
corpo (incluindo síndrome de Cushing e problemas nos rins,
fígado e medula).
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A fonte principal das informações apresentadas aqui é o site www.uveitis.net. |
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